De bonito tudo isto tem pouco, mas feio não é, que as coisas pequenas raramente são feias. Carrega antes nos ombros a trágica sina Corbusiana, a vontade fracassada de ser outra coisa para além daquilo que se é, o desejo obtuso de mudar o mundo a partir de dentro, que acabou esborrachado contra a parede que o espartava do próprio mundo.
Sente-se no maplle, saboreia-se no bar, no papel de parede de padrão geométrico, o ar carregado de um outro tempo que sonhador quis ser este.